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Mostrando postagens de fevereiro, 2026
Xangô Ayra é a união de duas divindades do Candomblé e da Umbanda: Xangô e Ayrá. Xangô é o orixá da justiça, da trovão e do fogo, enquanto Ayrá é um orixá mais antigo, irmão de Xangô, que se veste de branco e está associado à paz, à verdade e aos ventos. A expressão "Xangô Ayra" refere-se a essa ligação ou a um aspecto do orixá que combina as características de ambos, como o uso do machado de prata de Ayrá e a força de Xangô. Xangô. Xangô: Orixá da justiça, trovão e fogo, rei ancestral de Oyó.Ayrá: Orixá antigo, irmão de Xangô, que se veste de branco. É associado aos ventos (especialmente aos redemoinhos) e à verdade.Relação entre eles: São considerados irmãos de luta, sendo Ayrá um dos companheiros mais confiáveis de Xangô. Na mitologia, Ayrá é visto como um guardião que equilibra a autoridade e a crítica, e em algumas histórias, ele ajuda Xangô a manter a ordem e a justiça.Características: Ayrá é frequentemente representado vestindo branco e usando um machado de prata com apenas uma lâmina chamado Aake (akê). Ele também pode ser visto como um orixá da boa sorte e das bênçãos, pois em algumas lendas, Oxalá lhe deu as chaves para as portão de aruanda.SARCEDOTE DE UMBANDA PAI EURIPEDES DE OGUM
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Quarta-feira de Cinzas é um altar feito de pó.Não é o fim do carnaval. É o começo do silêncio.Enquanto o mundo ainda tem glitter nos cabelos e cansaço nos ossos, Deus sopra baixinho: “Lembra-te”. E a alma, que dançou para fora de si, tenta voltar para casa.A Quaresma não é dieta de carne.Não é jejum de calendário.Não é promessa que vence em quarenta dias.Não é teatro de culpa.Não é ritual para impressionar o céu.É outra coisa.É desapego do que nos adoece.É abstinência do orgulho.É jejum de palavras duras.É conversão que começa no pensamento e desce até as mãos.Vejo a cena simples: alguém entra na igreja ainda com o corpo cansado. Recebe as cinzas na testa. Fecha os olhos.Talvez não chore por pecado.Chore por cansaço.Chore porque percebe que viveu correndo atrás de festa e esqueceu de cuidar da própria alma.As cinzas não acusam. Elas sussurram.Dizem que tudo passa.Que o excesso passa.Que a euforia passa.Que o corpo passa.Mas o que fazemos com o amor… isso fica.Jesus não veio para nos livrar das consequências. Veio para nos ensinar o caminho.Não morreu para nos poupar do esforço. Viveu para mostrar que a mudança começa dentro.Fé não é amuleto.É atitude repetida todos os dias.De nada adianta santificar uma sexta-feira e ignorar o próximo no sábado.De nada adianta celebrar o presépio e esquecer o perdão na sala de casa.A verdadeira Quaresma não termina na Páscoa.Ela começa quando decidimos não repetir o erro que já conhecemos.Quando a cinza não fica só na testa, mas desce para o coração.Porque o mundo só muda quando alguém decide mudar primeiro.E conversão não é espetáculo.É escolha diária em silêncio.CASA DE OGUM SETE ESPADAS E IANSÃ E IGBALE!!SARCEDOTE DE UMBANDA PAI EURIPEDES DE OGUM!!!
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