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Mostrando postagens de fevereiro, 2026

Pai nosso que habita dentro do meu coração,Presença Eu Sou que pulsa em cada célula do meu ser nesta quinta-feira, 19 de fevereiro,reconheço que a Tua morada é em mim,que o céu não está distante,mas vibra no templo vivo do meu corpo.Gratidão pelas tribulações que não me definem,pois elas apenas revelam a força da luz que Eu Sou.Agradeço porque minha história não termina no vale,ela se expande na ascensão da consciência,onde cada desafio se transmuta em poder,cada lágrima se converte em semente de sabedoria.Gratidão porque, mesmo quando a dor aperta,o Alto em mim continua escrevendo capítulos de vitória.Sou espírito em travessia,alma em aprendizado,promessa divina em manifestação.Nada do plano da carne limita a grandeza da minha essência eterna.Reconheço a saudade profunda como memória de luz,um chamado vibracional que me recorda:não sou daqui, sou do infinito.E por isso agradeço pela força que me levanta,pela fé que amadurece,pelo amor que se lapida em meio às estações da vida.As lutas são estrada, não morada.O sofrimento é passagem, não identidade.Gratidão porque cada lágrima entregue ao fluxo do Todoretorna como consolo,como expansão da consciência,como esperança renovada nas fibras do meu ser.Respiro fundo e santifico este agora.O que hoje parecia peso,já se revela como testemunho em formação.O que parecia ausência,já se organiza como entendimento superior.O que parecia fim,no relógio eterno já vibra como recomeço.A energia criadora caminha comigo,porque ela é o próprio Eu Sou que habita em mim.Estou a caminho de casa,e a casa é a consciência desperta,a unidade restaurada,a luz plenamente reconhecida.Eu sou luzEu sou luzEu sou luzAssim é...Gratidão SEMPRE!!SARCEDOTE DE UMBANDA PAI EURIPEDES DE OGUM!!!

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Xangô Ayra é a união de duas divindades do Candomblé e da Umbanda: Xangô e Ayrá. Xangô é o orixá da justiça, da trovão e do fogo, enquanto Ayrá é um orixá mais antigo, irmão de Xangô, que se veste de branco e está associado à paz, à verdade e aos ventos. A expressão "Xangô Ayra" refere-se a essa ligação ou a um aspecto do orixá que combina as características de ambos, como o uso do machado de prata de Ayrá e a força de Xangô. Xangô. Xangô: Orixá da justiça, trovão e fogo, rei ancestral de Oyó.Ayrá: Orixá antigo, irmão de Xangô, que se veste de branco. É associado aos ventos (especialmente aos redemoinhos) e à verdade.Relação entre eles: São considerados irmãos de luta, sendo Ayrá um dos companheiros mais confiáveis de Xangô. Na mitologia, Ayrá é visto como um guardião que equilibra a autoridade e a crítica, e em algumas histórias, ele ajuda Xangô a manter a ordem e a justiça.Características: Ayrá é frequentemente representado vestindo branco e usando um machado de prata com apenas uma lâmina chamado Aake (akê). Ele também pode ser visto como um orixá da boa sorte e das bênçãos, pois em algumas lendas, Oxalá lhe deu as chaves para as portão de aruanda.SARCEDOTE DE UMBANDA PAI EURIPEDES DE OGUM

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Quarta-feira de Cinzas é um altar feito de pó.Não é o fim do carnaval. É o começo do silêncio.Enquanto o mundo ainda tem glitter nos cabelos e cansaço nos ossos, Deus sopra baixinho: “Lembra-te”. E a alma, que dançou para fora de si, tenta voltar para casa.A Quaresma não é dieta de carne.Não é jejum de calendário.Não é promessa que vence em quarenta dias.Não é teatro de culpa.Não é ritual para impressionar o céu.É outra coisa.É desapego do que nos adoece.É abstinência do orgulho.É jejum de palavras duras.É conversão que começa no pensamento e desce até as mãos.Vejo a cena simples: alguém entra na igreja ainda com o corpo cansado. Recebe as cinzas na testa. Fecha os olhos.Talvez não chore por pecado.Chore por cansaço.Chore porque percebe que viveu correndo atrás de festa e esqueceu de cuidar da própria alma.As cinzas não acusam. Elas sussurram.Dizem que tudo passa.Que o excesso passa.Que a euforia passa.Que o corpo passa.Mas o que fazemos com o amor… isso fica.Jesus não veio para nos livrar das consequências. Veio para nos ensinar o caminho.Não morreu para nos poupar do esforço. Viveu para mostrar que a mudança começa dentro.Fé não é amuleto.É atitude repetida todos os dias.De nada adianta santificar uma sexta-feira e ignorar o próximo no sábado.De nada adianta celebrar o presépio e esquecer o perdão na sala de casa.A verdadeira Quaresma não termina na Páscoa.Ela começa quando decidimos não repetir o erro que já conhecemos.Quando a cinza não fica só na testa, mas desce para o coração.Porque o mundo só muda quando alguém decide mudar primeiro.E conversão não é espetáculo.É escolha diária em silêncio.CASA DE OGUM SETE ESPADAS E IANSÃ E IGBALE!!SARCEDOTE DE UMBANDA PAI EURIPEDES DE OGUM!!!

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