Guias e colares na Umbanda é um tema que requer alguns esclarecimentos.Observamos que os sacerdotes e fiéis usam esse recurso mágico para se proteger do mundo sobrenatural.Logo, o uso de guias e colares, braceletes, pulseiras, tiaras (proteção à cabeça ou coroa), etc. tem fundamento mágico.E vemos muitos médiuns com muitos colares belíssimos no pescoço mas que, se perguntados sobre o porquê de usarem tantos de uma só vez, responderão que seus Guias espirituais lhes pediram.E, se perguntados sobre os fundamentos de cada um deles? Não saberão dizerAssim, devem ser entendidos e aceitos por todos os umbandistas como um dos fundamentos mágicos da nossa religião.Desde o seu início, fomos instruídos a usá-los pelos nossos Guias espirituais.Eles os consagram e usam durante os passes magísticos-energéticos dados nos consulentes em dias de trabalho.Só que a maioria dos umbandistas compra guias e colares, pulseiras, etc. sem saber ao certo seus poderes ou usos. Índios brasileiros, negros africanos, brancos europeus ou mesmo hindus cheios de colares no pescoço, pouco ou nada ensinaram sobre a consagração interna ou esotérica que dariam a esses objetos.Eles possuem um poder de realização tão grande que não seriam vistos apenas como adereços ou fetichismo e sim com respeito e admiração por quem olhasse para eles ou os visse de relance.11º – Que alguém, umbandista ou não, diga-nos se algum dia leu ou ouviu de outrem algo sobre os fundamentos ocultos e esotéricos dos guias e colares.Com certeza só ouviu dizer que são fortes protetores contra isso ou aquilo, e nada mais.Já os sábios hindus ou os velhos babalaôs sempre disseram e ensinaram seus seguidores que esses adereços consagrados por eles ou segundo suas fórmulas consagratórias tornam-se poderosos talismãs ou patuás que dão proteção contra isso ou aquilo.12º – Nós (e você) sabemos que nunca lhe ensinaram que aqueles objetos mágicos usados nos seus trabalhos espirituais ou assentados no seu terreiro têm outras finalidades além das de protegê-los ou aos seus trabalhos, certo?13º – Até os seus Guias espirituais pouco lhes disseram sobre os mistérios de seus objetos mágicos consagrados por eles externamente (“cruzados” por eles é o termo mais adequado), não é mesmo?1º – Um colar, anel, bracelete, pulseira e tiara ou “coroa” é em si um “círculo”.2º – Por círculo estável entendam aquele que tem forma imutável (anéis e coroas).3º – Por círculo maleável entendam aquele que é flexível e movimenta-se, abre-se ou fecha-se segundo os movimentos do seu possuidor.4º – O círculo é um espaço mágico.E, porque é um, então pode ser consagrado e usado para uma ou mais funções pelo seu possuidor.Assim, torna-se em si um espaço mágico ativo e funcional muito prático e fácil de ser usado.5º– É certo que esse fundamento só era conhecido dos grandes magos da era cristalina e perdeu-se quando ela entrou em colapso.Restou o conhecimento aberto ou popular de que eram poderosos protetores contra inveja, mau-olhado, fluidos e vibrações negativos, encostos espirituais e magias negativas.6º – O conhecimento popular perdurou e acompanhou a evolução da humanidade.Várias fórmulas consagratórias foram desenvolvidas no decorrer dos tempos por magos, inspirados pelos seus mentores espirituais.7º – Essas fórmulas consagratórias “exteriores” puderam ser ensinadas e perpetuadas, auxiliando a humanidade no decorrer dos tempos.8º – Mas, lembrem-se disto: são, todas elas, apenas fórmulas consagratórias exteriores cujos fundamentos ocultos não foram revelados.9º – Assim, porque os fundamentos ocultos não foram revelados, o poder dos guias e colares só tem sido usado como protetores… e nada mais.10º – A Umbanda, derivada dos cultos religiosos indígenas, afros e europeus, adotou o uso de guias e colares, braceletes, etc.E isso ainda que seus adeptos nada soubessem sobre os fundamentos mágicos por trás de cada um.A falta de preocupação com os fundamentos está deixando de lado importantes conhecimentos.E mais: está fazendo com que objetos mágicos sagrados sejam utilizados de forma profana!E objetos profanos são usados como se fossem sagrados, pois já não há informações correntes e de fácil acesso.Bem, vamos aos fundamentos ocultos dos mistérios das guias e colares e como consagrá-los corretamente.Assim podemos nos beneficiar do poder de realização que adquirem quando isso é feito:Você usa os guias e colares que eles cruzam e sente-se protegido contra maus fluidos, entre outros.E não dá maior valor que o de simples protetores, pois eles foram cruzados e ativados segundo rituais ou processos externos.Estes, praticados por Guias espirituais impossibilitados de os fazer segundo o ritual ou processo interno, que só pode ser feito a partir do lado material da vida, por uma pessoa conhecedora desse mistério.15º – Se isso tudo está sendo revelado agora, um século após a fundação da Umbanda, é para que os umbandistas deixem de procurar em outras religiões ou nos cultos afros aqui estabelecidos os fundamentos sagrados de sua religião.Todos, sem exceção, só revelam os fundamentos externos abertos por eles e desconhecem os fundamentos sagrados da Umbanda, que não sejam os deles.16º – Então, como um umbandista irá obter com eles o que desconhecem da Umbanda e só conhecem de suas próprias religiões e de suas práticas mágico-religiosas, que fazem porque funcionam?17º – Está na hora dos umbandistas e suas práticas começarem a ser copiados pelos adeptos das outras religiões.18º – Também chegou a hora dos praticantes das outras religiões afros respeitarem o poder mágico da Umbanda.É hora de pararem de dizer, com a “boca cheia” de orgulho, que a Umbanda não tem fundamentos e que a religião deles é que os têm.20º – A Umbanda é uma religião mágica que tem seus próprios fundamentos.Não precisa recorrer aos outros, que podem servir para os seus adeptos, mas não servem para os umbandistas.21º – Chega de buscar fora e com quem não tem nada a ver com a Umbanda.22º – Chega de umbandistas entregarem suas “coroas” a meros “fazedores de cabeça” que só querem sua escravidão e subserviência.23º – Está na hora, pois ela chegou, dos umbandistas sentirem mais orgulho.Está na hora de ter mais confiança em suas práticas mágico-religiosas e de olharem com indiferença ou como estranhas as práticas mágico-religiosas alheias, que tanto não lhes pertencem como lhes são dispensáveis mesmo!Há Muito Tempo.. O uso de adereços como colares guias, talismãs e pulseiras é tão antigo, que não se tem uma data certa de quando essa prática iniciou. O que pode-se constatar, é que eles sempre tiveram um significado muito amplo por entre as culturas.Para algumas tribos esses adornos protegiam de ataques de animais, de influências negativas vindas de outros mundos e de inimigos de tribos rivais.Dentes, Unhas, Maços de Cabelos…Os primeiros colares não eram confeccionados com miçangas coloridas e polidas como as guias de hoje. Alguns elementos eram bem diferentes.Crinas e unhas de animais, cabelos humanos, pedaços de ossos eram alguns dos componentes das vovós da guia.Ainda hoje, algumas guias são confeccionadas com dentes de animais. Já os maços de cabelo humano (pelo menos na maioria) estão dispensados!

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CONHEÇA MAIS SOBRE O PAI E MÃE NO SANTO NA UMBANDA E CANDOMBLÉPAI E MÃE NO SANTO:Ainda há muita falta de conhecimento a respeito das religiões afro-brasileiras em nosso país...Muitas pessoas confundem as práticas dessas culturas com magias negativas...Sendo que elas são formas de expressão e cultos repletos de amor e respeito as Divindades nas quais os praticantes tem fé em sua existência...Deixando a ignorância e a intolerância religiosa de lado, e abordando com carinho o tema, iremos falar um pouco mais sobre a função do Pai e Mãe de Santo...Figuras que enfrentam diversas dificuldades e limitações para darem continuidade às suas raízes espirituais...Para dar o auxílio à diversas pessoas com todo seu conhecimento abençoado pela sabedoria e poder dos Orixás...A IMPORTÂNCIA DO PAI E MÃE DE SANTO:Ser Mãe ou Pai de Santo, não diz respeito a somente nomenclaturas de alguém que cuida de um centro ou terreiro, o Babalorixá (Pai de Santo) ou a Yalorixá (Mãe de Santo) preparados...São pessoas espiritualmente elevadas, capazes de guiar a vida de seus filhas e filhos de Santo, e elas se tornam responsáveis por cada uma dessas vidas e de suas orientações em seus caminhos...Eles também podem ser conhecidos pelos termos:Pai de terreiro ou Mãe de terreiro, Babá, Taata, Chefe de terreiro ou Zelador de terreiro...Na Casa de Umbanda ou Candomblé, eles exercem suas posições como psicólogos, aconselhando os seguidores e procurando compreender e ensinar (através da verdade e compreensão Divina) os caminhos da vida de cada um que os procuram...Ou seja, não são responsáveis somente pelo contato mais elevado com os Odús, mas precisam também acolher aqueles que necessitam de informação e entendimento...Tendo assim um trabalho delicado de transmitir da melhor foma a mensagem que recebem dos Santos de acordo com a necessidade daquele que o escuta...PRUDÊNCIA E RESPONSABILIDADE:Muitas pessoas começam a traçar o seu caminho espiritual e logo decidem abrir seu próprio terreiro, o que acontece também em qualquer outra religião e isso pode danificar a imagem de seriedade com que o Candomblé e a Umbanda trabalham...Pois a falta de experiência, conhecimentos e preparo desvirtua a organização e o desenvolver de uma verdadeira Casa de Santo...Esse é um ponto em que a ganância fala mais alto no ser humano e acaba ofendendo um trabalho sério e feito de coração em nome da verdade e das raízes dessa cultura afrodescendente...ESTAR PRONTO PARA LIDAR COM OS ORIXÁS:Os Orixás são Divindades dotadas de grande sabedoria e poder, são uma representação pura da essência do Universo...Para lidar com eles é necessário que haja postura, humildade e desprendimento, para poder melhor instruir...As pessoas que estão nesse mundo destinadas a serem guias espirituais, principalmente no nível de um Pai ou Mãe de Santo, precisam compreender o seu destino e aceitá-lo, entregar a sua vida a uma causa...Pois a energia espiritual os levarão a esta posição, é um chamado muito forte, onde terão que abrir mão de muitos privilégios mundanos para atender aos Odús...E criar uma Casa onde, estará repleta de filhos oriundos do espírito e do coração, todos aguardando por uma Luz em suas vidas...A finalidade requer muitos anos de estudo e prática e somente quem alcança tal patamar é capaz de manter com seriedade e respeito um terreiro...Pois a Casa é o espelho da alma do Pai ou Mãe de Santo, Babalorixá ou da Yalorixá...Portanto, se você quiser conhecer mais sobre essas religiões, os Orixás da Umbanda ou do Candomblé, procure por uma casa séria...Porém não se atire de cabeça antes de conhecer as fundamentações teológicas e filosóficas do dirigente da casa...Muito Axé para todos!SARCEDOTE DE UMBANDA PAI EURIPEDES DE OGUM.'.

4 ORIGEM DE "DOUM" Este personagem material e espiritual surgiu nos cultos Afros quando uma macamba (denominação de mulher, na seita Cabula) dava a luz a dois gêmeos e, caso houvesse no segundo parto o nascimento de um outro menino, era este considerado "Doum", que veio ao mundo para fazer companhia a seus irmãos gêmeos. Foram sincretizados com os santos que foram gêmeos e médicos, tem sua razão na semelhança das imagens e missões idênticas com os "erês" da África, mas como faltava "doum", colocaram-no junto a seus irmãos, com seus pequenos bastões de pau, obedecendo à semelhança dos santos católicos, formando assim a trindade da irmanação. Dizem também, que na imagem original de S. Cosme e S. Damião, entre eles (adultos) havia a imagem de uma criança a qual eles estavam tratando, daí para sincretizarem Doum com essa criança, foi um pulo... ONDE MORAM AS CRIANÇAS A respeito das crianças desencarnadas, passamos a adaptar um interessante texto de Leadbeater, do seu livro "O que há além da Morte". "A vida das crianças no mundo espiritual é de extrema felicidade. O espírito que se desprende de seu corpo físico com apenas alguns meses de idade, não se acostumou a esse e aos demais veículos inferiores, e assim a curta existência que tenha nos mundos astral e mental lhe será praticamente inconsciente. Mas o menino que tenha tido alguns anos de existência, quando já é capaz de gozos e prazeres inocentes, encontrará plenamente nos planos espirituais as coisas que deseje. A população infantil do mundo espiritual é vasta e feliz, a ponto de nenhum de seus membros sentir o tempo passar. As almas bondosas que amaram seus filhos continuam a amá-los ali, embora as crianças já não tenham corpo físico, e acompanham-nas em seus brinquedos ou em adverti-las a evitar aproximarem-se de quadros pouco agradáveis do mundo astral." "Quando nossos corpos físicos adormecem, acordamos no mundo das crianças e com elas falamos como antigamente, de modo que a única diferença real é que nossa noite se tornou dia para elas, quando nos encontram e falam, ao passo que nosso dia lhes parece uma noite durante a qual estamos temporariamente separados delas, tal qual os amigos se separam quando se recolhem à noite para os seus dormitórios. Assim, as crianças jamais acham falta do seu pai ou mãe, de seus amigos ou animais de estimação, que durante o sono estão sempre em sua companhia como antes, e mesmo estão em relações mais íntimas e atraentes, por descobrirem muito mais da natureza de todos eles e os conhecerem melhor que antes. E podemos estar certos de que durante o dia elas estão cheias de companheiros novos de divertimento e de amigos adultos que velam socialmente por elas e suas necessidades, tomando-as intensamente felizes." Assim é a vida espiritual das crianças que desencarnaram e aguardam, sempre felizes, acompanhadas e protegidas, uma nova encarnação. É claro que essas crianças, existindo dessa maneira, sentem-se profundamente entristecidas e constrangidas ao depararem-se com seus pais, amigos e parentes lamentando suas mortes físicas com gritos de desespero e manifestações de pesar ruidosas que a nada conduzem. O conhecimento da vida espiritual nos mostra que devemos nos controlar e nos apresentar sempre tranqüilos e seguros às crianças que amamos e que deixaram a vida física. Isso certamente as fará mais felizes e despreocupadas.SARCEDOTE DE UMBANDA PAI EURIPEDES DE OGUM,!

EMPATIAQuando a empatia começa a se manifestar em nossas vidas, marcamos um ponto decisivo no caminho da evolução espiritual. A empatia é mais do que simplesmente entender os sentimentos alheios; é um compromisso profundo de compartilhar essas emoções, de colocar-se verdadeiramente no lugar do outro, e agir com compaixão e compreensão.No espiritismo, valorizamos a empatia como uma das mais altas expressões de maturidade espiritual, pois ela é a chave que nos permite não apenas coexistir, mas também apoiar uns aos outros em nossa jornada de crescimento. Ela nos ensina a olhar além de nossas próprias necessidades e desejos, reconhecendo e atendendo às necessidades dos outros.Convido todos neste grupo a refletir e compartilhar sobre quando a empatia começou a transformar suas interações e perspectivas. Como isso influenciou seu desenvolvimento pessoal e espiritual? Existem momentos particulares em que a prática da empatia abriu novos caminhos para a evolução em suas vidas?Vamos juntos discutir como podemos cultivar ainda mais essa habilidade essencial. Compartilhem suas experiências e dicas sobre como desenvolver e manter a empatia no dia a dia. Este é um espaço para inspirarmos uns aos outros a evoluir através do poder da empatia, ampliando nossa capacidade de amar e servir ao próximo.Façamos uma excepcional terça-feira! Boa tarde 🌻🕊️🕯️ Luz e paz em nossos corações!SIGA 👉 Espalhando a Doutrina Espírita,SARCEDOTE DE UMBANDA PAI EURIPEDES DE OGUM!!!!